É um orgulho fazer parte deste grupo de trabalho, aliás sempre foi e sempre será para mim um enorme orgulho vestir as cores desta equipa que represento há 5 anos. Mais que uma equipa eu considero a formação sediada em Gaia da qual eu faço parte uma autêntica família, a coesão do grupo é incrível e assim torna-se fácil coseguir bons resultados.
Fiquei feliz por terminar o mês de Maio na frente do ranking mas a felicidade de ver a Barbot-Efapel a liderar o Ranking de equipas foi ainda maior, já que todos os meus colegas de equipa mereciam liderar um ranking por tudo o que têm feito ao longo da época.
A liderança colectiva é um prémio justíssimo para uma equipa onde todos estão unidos a “remar para o mesmo lado”.
Assim poderei afirmar que no final de Maio não só é o Sérgio Ribeiro a liderar o Ranking Nacional APCP, mas também Santi Perez, Rui Sousa, Sérgio Sousa, César Fonte, Filipe Cardoso, Bruno Pinto, António Amorim, Carlos Baltazar, Raul Alarcon e Daniel Freitas.
Agora segue-se um mês miserável para o pelotão nacional.
Ninguém entende este calendário ou melhor, um mês de competição que mal dá para aquecer em termos de competição.
No meu caso particular não corro a Volta ao Alentejo (a tradição vai manter-se) e fico praticamente um mês sem competição já que a volta ao Minho prevista para o meio de Junho não vai sair para a estrada devido aos elevados custos do policiamento.
Enfim, sinceramente não se entende este país, se fosse necessário acompanhar uma equipa de futebol, coseguia-se um verdadeiro batalhão policial onde nem se falava em dinheiro, porquê as organizações de provas de ciclismo terem que pagar na integra a factura do policiamento? Será que as provas de ciclismo não são excelentes formas de promover as diversas regiões por onde passam? Enfim…
Este mês vou cumprir os treinos de igual forma ao que tinha previsto e espero sinceramente que a Federação arranje uma maneira de preencher o calendário durante este mês , algo que não acredito muito mas...a esperança é a ultima a morrer, se fosse uma prova de BTT aí tenho a certeza que arranjava-se logo uma solução pois o lucro já era importante (é o que esta gente actualmente pensa) mas uma coisa digo deixem morrer o ciclismo de estrada depois veremos onde vão parar as outras vertentes de duas rodas...
Abraço
Sérgio Ribeiro